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Indaiatuba

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A unidade Indaiatuba foi inaugurada em 18 de setembro de 1998, dois anos após o lançamento de sua pedra fundamental, e marcou o início de uma nova fase para a Toyota do Brasil.

Todavia, o projeto Indaiatuba era bem mais antigo. O terreno para a construção da nova planta foi adquirido no final da década de 1980, com o objetivo inicial de ser a plataforma de exportação da picape Hilux para toda América do Sul e Estados Unidos; entretanto as instabilidades do país naquele momento inviabilizaram o projeto, que acabou transferido para Zárate, na Argentina.

Neste mesmo período, aconteceu a redução de tarifas para importações, e a Toyota pôde trazer outros modelos para o Brasil e avaliar a aceitação destes novos produtos. O Corolla, em especial, rapidamente caiu no gosto do brasileiro, rivalizando em vantagem com veículos nacionais e importados de sua categoria. Produzido desde 1966 no Japão, o Corolla consolidou-se no Brasil como carro sofisticado e, herdeiro da imagem tradicional do Bandeirante, também ganhou fama de veículo “inquebrável”, robusto e confiável. O reconhecimento das qualidades do Corolla era mundial, tendo se consagrado como o carro mais vendido em todo o mundo. Com o sinal verde do mercado brasileiro e o respaldo que o modelo apresentava no seu volume de vendas mundial, fazia com que não houvesse dúvidas de que chegava o momento da Toyota ampliar sua atuação no Brasil, instalando aqui uma nova unidade de produção.

Para tal empreitada, o terreno de Indaiatuba era extremamente propício, pois a área apresentava grandes vantagens estratégicas: a proximidade ao centro regional e tecnológico de Campinas, a existência de um dos mais importantes aeroportos do Brasil em movimentação de cargas, Viracopos, além de estar a menos de 100 quilômetros da capital e ser servida por boas estradas de rodagem. A região ainda começava a se constituir como pólo de desenvolvimento do setor automobilístico, abrigando várias empresas de autopeças.

Inaugurada vinte meses após o começo de suas obras, e com área construída de 29 mil m2, a unidade de Indaiatuba iniciou suas operações com a capacidade de 15 mil unidades/ano.

Três anos depois, em 2001, a nova unidade já recebia a certificação ISO 14001 e anuncia que manterá uma área de preservação florestal permanente de 450 mil metros quadrados, reforçando o comprometimento da Toyota com as questões ligadas à preservação ambiental.

Em 2002, a fábrica de Indaiatuba é reinaugurada após investimentos de ampliação e modernização em torno de R$ 300 milhões. A unidade passa a contar com 69 mil metros quadrados de área construída e capacidade de produção de 57 mil unidades/ano e se torna plataforma de exportação do novo Corolla para toda a América Latina e Caribe.

Em 2003 é inaugurada a pista de testes da unidade, com mil metros de extensão por 4,2 de largura, com o objetivo de certificar a excelência dos veículos produzidos pela empresa.

Em 2004 a planta passa a produzir também a station wagon Corolla Fielder, aproveitando melhor a capacidade instalada e trazendo novas opções ao mercado brasileiro.

E em 2007 inicia a fabricação da linha Corolla Flex, composta pelo sedã Corolla e pela Fielder. A tecnologia de motores que aceitam a utilização de álcool e gasolina puros ou misturados em qualquer proporção foi um trabalho conjunto das engenharias do Brasil e do Japão, sendo esta a primeira vez que a Toyota desenvolveu uma tecnologia exclusivamente voltada ao mercado brasileiro.

Desde sua inauguração, a unidade Indaiatuba vem proporcionando à cidade uma série de ações de responsabilidade social e ambiental como a doação de mudas de árvores, o apoio a caminhada ecológica, o patrocínio de eventos culturais da cidade como a Festa de Peão e a Volta de Indaiatuba, além da realização do evento Acorde para o Meio Ambiente e da construção do Parque Corolla, uma área de lazer para a comunidade com 22 mil metros quadrados.

Os processos da planta também são direcionados para a preservação e sustentabilidade: O case "Projetos de Energia Renovável e de Eficiência e Conservação de Energia em Processos Produtivos e Não-Produtivos", aplicado na unidade, deu à Toyota do Brasil a vitória no 14º Prêmio FIESP de Mérito Ambiental, de 2008, além do reconhecimento da IWGC (International Global Water Coalition), órgão ligado à Organização das Nações Unidas (ONU), pelo trabalho de sustentabilidade desenvolvido na fábrica.

Em 2008 a unidade Indaiatuba comemorou 10 anos de atividade, com uma marca de mais de 380 mil unidades produzidas e o compromisso de aliar desenvolvimento e modernidade com respeito às pessoas e ao meio ambiente.

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